NÃO LEMBRO-ME MUITO BEM MAS ACHO QUE FOI NO VERÃO DE 88 QUE UM OLHAR SE ESVAIU DAS NUVENS...
NÃO SEI QUE PINTOR O TECEU DE MEL PARA DEPOIS TRANSFORMÁ-LO EM FUMAÇA...
SÓ SEI QUE AQUELE OLHAR AINDA VIVE NA TERRA, TEM OS PÉS NO CHÃO E SEMPRE MIRA PARA O ALTO NÃO SE ESQUECENDO DAS FLORES QUE PORVENTURA SE LHE APARECEREM RENTE AO CAMINHO, POIS ELAS SÃO LUZES QUE O PERMEIAM DE DOÇURA NO ACRE DE SUA VIDA, O FAZEM RISCAR UM SORRISO MESMO QUE RÁPIDO E ASSIM ELE PERSEGUE PELO INFINITO O RASTRO DA FELICIDADE.
TODOS DIZEM QUE ESTA NÃO EXSITE, MAS O IMPOSSÍVEL NÃO LHE IMPEDE DE DAR PASSOS CADA VEZ MAIS FIRMES.
UM OLHAR QUE SE ESVAI?
NÃO, ELE SÓ SE ESPALHA COM A AJUDA DO VENTO...
By Rita de Cássia C. Vidal
ANDAR E OBSERVAR AO LONGO DO CAMINHO. QDO VAMOS RÁPIDO DEMAIS COM AS COISAS,Ñ PERCEBEMOS OS BREJOS SIMPLÓRIOS Q SE FORMAM EM NOSSA ALMA MUDANDO SEU CENÁRIO,OU SEJA,OS NOVOS PENSAMENTOS Q TEMOS AO INTERPRETAR AS IMPRESSÕES DO MEIO Q NOS ENVOLVE,TÃO AGRESTE, SIMPLES E IMPERCEPTÍVEL AOS OLHOS DA FUTILIDADE DA QUAL MUITAS VZS PREFERIMOS FAZR PARTE POR SER MAIS FÁCIL D VER(...) IMPRESSIONE-SE C KDA PÔR-DO-SOL!POIS Ñ IMPORTA QTOS SEJAM,NENHUM É IGUAL AO OUTRO. ENFIM NOVO DIA,MAIS UM TRIBUTO A ELE.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
OFERECIMENTO
EM TROCA DO TEU ÓDIO IMBECIL,
DOU-LHE A MINHA INDIFERENÇA.
E OFEREÇO-LHE TAMBÉM A FORMA DE PERDÃO MAIS PERFEITA E COMPASSIVA
À TUA PODRIDÃO: O ESQUECIMENTO.
RITA DE CÁSSIA CASTLE
DOU-LHE A MINHA INDIFERENÇA.
E OFEREÇO-LHE TAMBÉM A FORMA DE PERDÃO MAIS PERFEITA E COMPASSIVA
À TUA PODRIDÃO: O ESQUECIMENTO.
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
Conversa com o lado de dentro
"Um rosto é uma história escrita pelo tempo"
Esses dias fui tomar um café no Êxtase,uma dessas gentilezas de amigos, e como estava bom aquele café!
Depois do café,Allyne e eu fomos dar uma volta pelos porões da mente...
Que sensação estranha eu senti ao descer as escadas do meu porão,cheguei tão perto do meu Ser que sufoquei. Tive medo de ir mais longe e descobrir que meu Ser não passava de um nada mas era alguma coisa em suspensão. Então recuei pra não perder o sentido que há tanto venho tentando consolidar,não fui tão corajosa como a Moça do sol...
Não sei se se pode chamar aquela portinha ou alçapão, de cristal da verdade mas estive muito perto de tocá-lo lá naquele porão,a ponto de encontrar uma verdade esquizofrênica. Foi quando tornei a mim ou não sei a que Ser decadente,que aceita ser uma coisa sólida a uma que deforma as bases,porque dessa maneira pode-se andar por um terreno já conhecido, pelo menos ao que parece.
Como disse, voltei a mim ou ao ponto de partida rotular e enfim pude falar, mas nada disse.
Foi a primeira vez que cheguei tão perto da minha cadência, assim torta e sinuosa,imperfeita! E como me frustra essa imperfeição!...
Por que eu não posso ser normal como as outras pessoas? Por que sou esse monstro,que nem eu mesma tenho coragem de encarar? Talvez eu nem seja,só estou. E por que estou?
Certa vez alguém me disse: "Os motivos pelos quais te amo,não são vistos em nenhum espelho." Encanta os ouvidos, porém, por que não consigo acreditar nisso?
Meu problema não tem solução,está por trás de todas as minhas imperfeições,para além do porão, num abismo chamado Liberdade.
Rita de Cássia Castro Vidal
Esses dias fui tomar um café no Êxtase,uma dessas gentilezas de amigos, e como estava bom aquele café!
Depois do café,Allyne e eu fomos dar uma volta pelos porões da mente...
Que sensação estranha eu senti ao descer as escadas do meu porão,cheguei tão perto do meu Ser que sufoquei. Tive medo de ir mais longe e descobrir que meu Ser não passava de um nada mas era alguma coisa em suspensão. Então recuei pra não perder o sentido que há tanto venho tentando consolidar,não fui tão corajosa como a Moça do sol...
Não sei se se pode chamar aquela portinha ou alçapão, de cristal da verdade mas estive muito perto de tocá-lo lá naquele porão,a ponto de encontrar uma verdade esquizofrênica. Foi quando tornei a mim ou não sei a que Ser decadente,que aceita ser uma coisa sólida a uma que deforma as bases,porque dessa maneira pode-se andar por um terreno já conhecido, pelo menos ao que parece.
Como disse, voltei a mim ou ao ponto de partida rotular e enfim pude falar, mas nada disse.
Foi a primeira vez que cheguei tão perto da minha cadência, assim torta e sinuosa,imperfeita! E como me frustra essa imperfeição!...
Por que eu não posso ser normal como as outras pessoas? Por que sou esse monstro,que nem eu mesma tenho coragem de encarar? Talvez eu nem seja,só estou. E por que estou?
Certa vez alguém me disse: "Os motivos pelos quais te amo,não são vistos em nenhum espelho." Encanta os ouvidos, porém, por que não consigo acreditar nisso?
Meu problema não tem solução,está por trás de todas as minhas imperfeições,para além do porão, num abismo chamado Liberdade.
Rita de Cássia Castro Vidal
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